Neste trabalho busca-se analisar a estrutura da ordem monetária, as características, a evolução da moeda e sua normatização pelo Estado, bem como a criação e a evolução da correção monetária no direito brasileiro, sobretudo quanto à sua aplicação pelos Tribunais Superiores. Foi ponderado o efeito auto alimentador da indexação. Buscando identificar os motivos que levaram o país a buscar soluções de desindexação da economia, explicando como e porque da criação, da Taxa Referencial (TR), assim como o porquê ela deve ser considerada inadequada como índice de correção monetária. Detalhando a visão dos Tribunais Superiores diante do novo índice e as consequências da declaração de inconstitucionalidade da TR como índice de correção monetária, principalmente para os poupadores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).